Sou um Halablian, Hagop, descendente de armênios, a resposta ao mundo de quem somos esta no relato histórico e verdadeiro de que nossos antecessores oficialmente após três séculos da vinda do único e verdadeiro filho de DEUS, instituiu o Cristianismo e, como religião adotada pelo povo Armênio, mesmo por que por já sermos cristãos é que após o se´culo terceiro foi oficializada, assim sendo, quem crê no Cristo, como o único salvador terá parte com Deus e, um dia em breve viverá em sua eternidade junto aos mártires, pois, há sinais evidentes desde o evento da Arca de Noé, até o reconhecimento do Cristo como o único e verdadeiro salavador, de que somos uma Nação de Deus!
 
Sem dúvida a nossa recompensa está nos aguardando junto ao Pai Celestial, mantenhamos a nossa conduta cristã e em breve reinaremos na Glória de Deus Asvats.
 
 
VIVA A NAÇÃO DE DEUS!
HAGOP R. HALABLIAN
descendente de Armênios Cristão Evangélico

hhrichardadvocacia@uol.com.br

 

 

Sent: Tuesday, March 04, 2008 12:55 PM
Subject: Saudações

 
Antes de mais quero saudar o vosso site. Sou natural de Luanda República de Angola. Fico muito contente por ter descoberto acidentalmente o vosso site. Escrevo para vcs porque tenho muito respeito e admiração pelo povo da Armênia. Conheci e convivi com cidadãos da Arménia no tempo em que estudei na ex Urss. Povo bondoso, simpático, generoso, amigo. Desde então sempre simpatizei com os armeninos. Ainda em 2002 quando regressei a cidade de moscovo e fiquei hospitalizado... um cidadão que logo na primeira hora simpatizou-se comigo e prontificou-se caso precisasse de ajuda ... quando perguntei de onde era, respondeu logo que era da Arménia. Com isso quero dizer q de uma forma ou de outra estarei sempre do lado desse povo batalhador. Não li detalhadamente sobre o genocidio que os turcos praticaram contra os arméninos, mas só o facto deles dizerem que foi genocidio, é motivo para eu acreditar. Quanto a dispta que opôes ao azerbaijão... digo-vos que apoio naturalmente Arménia por tudo quanto ja disse.
Queiram aceitar as minhas saudações e os protestos de mais alta consideração e estima por vocés.
Um forte abraço
 

 

Aos Irmãos Armênios: Solidariedade e Paz -  23/05/05


Apesar de ser Professor de História, pouco sabia do "Genocídio Armênio", até a noite de hoje, e peço desculpas por essa minha falha.
Li algumas notícias nos meios de comunicação, mas mesmo assim não conseguia relacionar os fatos. Acredito que muitas pessoas ainda não entendem o que foi o genocídio.
Somente lendo, pesquisando e visitando sites sobre o assunto é que você realmente constrói as informações necessárias para saber sobre essa barbárie.
Com toda certeza na próxima quinta-feira, dia 2 de junho estarei levando mais detalhes para os meus alunos do terceiro Colegial, sobre mais esse pesadelo vivido por um povo que conheço pouco, mas que sempre me chamou a atenção quando passava pela estação do Metrô Armênia em SP.
Fica aqui o meu abraço, as minhas orações, o meu respeito,a minha veneração pela sua história, tradições, pela sua Fé, pelo querer que a justiça seja feita, pelo desejar que se reconheça em vossa história o martírio dos seus antepassados, e que essa vergonha jamais seja esquecida e muito menos se repita.
Termino o meu dia mais preocupado com a humanidade, porém mais solidário aqueles que sofrem ou um dia sofreram, sem saberem nem o porquê.
Farei outros contatos com vocês, quero divulgar mais as vossas tradições e conhecê-los melhor.

Abraços do irmão de sempre:
Roque Fogaça
roque@saojosepf.com.br


"Fórum - Armênia" 02/04/05

GENOCÍDIO E "DEPRESSÃO GENÉTICA"

Talvez eu tivesse uns nove ou dez anos e me lembro de uma discussão em minha casa onde minha avó dizia a todos que contra os armênios recaía toda a inveja do mundo e sobre o território armênio toda a cobiça do mundo há três mil anos... Exagerada,diziam...

Ela foi cantora lírica e uma atriz sensacional,mestre em Shakespeare......

Nós, crianças que nunca sentimos o couro ardendo , brincávamos que em seu tempo de palco na Grécia a iluminação era tão precária que todas as tintas da maquiagem e do cenário eram exageradas.O som então...tudo no gogó...por isso os excessos na tônica...

Daí que muitas vezes sinto que toda minha família tem esse ar grave de quem precisa sempre de um esforço adicional para se expressar...(Como se fosse para alguém acreditar de forma final , definitiva, no que contam...)

E meus avós,semi-enlouquecidos, sofriam ao lembrar dos que perderam...e quando se dava corda...desandavam a contar aos prantos todos os horrores pelos quais os "meus genes" passaram até que eu nascesse...

Cresci com um sentimento muito pesado de dor em toda a família,coisa que demorei a compreender,mas que determinou todas as minhas relações com "não" armênios desde então.Mas apesar desse sentimento de maioria...éramos apenas dez pessoas fechadas para o mundo.E poucas relações na colônia.

Eu era,então,um gorducho hiperativo que representava no Brasil, toda a esperança da família depois do genocídio , a diáspora , duas guerras mundiais...tudo tão fortemente marcado que se tornou atemporal...e a ordem era : nossa família, muita comida,a questão armênia e depois todo o resto...estavam todos afetados.

Claro que todas essas histórias são passado para a maioria das pessoas...as pessoas com quem convivo mal acreditam ...

Mas sempre me perguntei : - PORQUÊ ???

Porquê conosco? Porquê tamanha dor ?

O que temos de tão terrível???

É uma culpa? Uma perda de sentidos?

Porquê meu avô vivia pelos cantos da casa murmurando que somente os estúpidos pensavam em felicidade?E meus pais tentavam minimizar a coisa...ele está velho...não o leve tão a sério...

...como não levar a sério se gente de minha família foi morta a chutes e pancadas,gente

degolada, currada ,exilada,como posso?

Meus avós morreram foi de tristeza , aqui.

Em nenhum momento soube de um deles se consolar por ter sobrevivido.

Eu mesmo levei toda minha vida para entender tudo que se passou com eles... e que de uma forma ou de outra, permanece entre nós...

Hoje, aos 43 anos, tenho uma depressão diagnosticada como crônica,originada na infância...ou de origem genética, dizem...

Eu insisto que minha depressão é a depressão histórica de uma nação inteira.

É a depressão de gerações de armênios pulverizados,exilados feito pulgas pelo planeta disseminando nossa identidade

Posso passar toda a vida em terapia que nada apaga a coisa.Meu avô dizia que só voltaria a sorrir depois de morto...então eu ia vê-lo sentado numa nuvem, sorrindo ao lado de Deus com um belo sanduíche de bastermá na mão... (depressão genética???)

Esse é resultado da ansiedade de toda uma família em fuga há um século! Mesmo depois desse século,os nervos continuam em prontidão...o sorriso é precário...e o sentimento doloroso de injustiça permeia o sépia das fotos da família... e quantas famílias arrastam esse mesmo baú???

Qual o limite do pânico para os que sobreviveram a esse inferno ???

Em 2005,netos e bisnetos da tragédia, quantos como eu padecem de doenças psíquicas originadas nessa história em que alguns sequer conseguem crer?

Numa aposta dura de fazer,sei que um dia,minhas filhas, (brasileiras, para quem o assunto é evitado por meus pais e por mim); vão me perguntar sobre o genocídio e a dor histórica dessa identidade mantida na marra; vão querer saber o porquê dos olhares de açúcar queimado nas fotos...

Geraldo Varjabedian

Você acredita em depressão genética?
O diagnóstico pode salvar sua vida. Casos de ansiedade crônica,pânico e depressão entre armênios, escreva :
gvarjabedian@terra.com.br


Subject: Translation of Osmanlinin Kanli Tarihi - 27/11/04

Dear Prof. Yervant Tamdjian, I was pleasantly surprised to see a translation by you of my book review article Osmanlinin Kanli Tarihi, into the Portuguese language. Have you published it in any newspaper?. I understand from your web page that you are a professor of Armenian language. Have you seen
any other article by me in Armenian newspapers. If you wish, I can send you a bibliography of my articles, if you send me your address. I write in Armenian and English. I know French, Arabic and Turkish, but not Portuguese. However I understood very well your translation of my article.
I am from Lebanon, but since 24 years have been living in USA, in Los Angeles area.
Sincerely,

Sarkis Karayan, M.D.

[Nota da redação: É com grande satisfação que recebemos o e-mail do Prof. Sarkis Karayan comentando a publicação no nosso site de uma resenha escrita por ele comentando o livro de Ismail Mehtin "Osmanlinin Kanli Tarihi" . Segue abaixo a tradução (livre) em português do e-mail]

Asunto: Tradução do Osmanlinin Kanli Tarihi - 27/11/04

Querido Prof. Yervant Tamdjian, Fiquei agradavelmente surpreso ao ver a sua tradução para o português da minha resenha sobre o "Osmanlinin Kanli Tarihi". Você publicou-o em algum jornal?. Percebi pela sua página na Internet que você é um professor da língua armênia. Você viu algum outro artigo meu nos jornais armênios. Se você quiser, posso enviar-lhe uma bibliografia dos meus artigos (mande-me o seu endereço). Escrevo em armênio e inglês. Conheço francês, árabe e turco, mas não o português. No entanto compreendi muito bem a sua tradução do meu artigo. Sou do Líbano, mas moro nos Estados Unidos há 24 anos, na região de Los Angeles.

Sinceramente,
Sarkis Karayan


System Of A Down - 23/09/04

Parabéns a vocês armênios pela luta incansável para estruturar a Pátria de vocês. Conheci a luta de vocês através do excelente grupo de Heavy Metal, System Of A Down (conhecem???), sei que entre outras lutas eles lutam pelo reconhecimento do Genocídio causado pelos turcos em 1915, gostaria de parbenizá-los por lutarem tanto pelo que vocês acreditam. Se os brasileiros tivessem essa vontade de lutar pelo nosso país talvez aqui fosse um país mais digno.

Pathrice Maia


Meu carinho e solidariedade - 24/06/04

Através da amizade que tenho feito com um rapaz descendente da Armênia, comecei a pesquisar sobre esse pitoresco país e me deparei com o "Fórum Armênia", onde uma garota escreveu um e-mail sobre um filme, que retrata o genocídio naquele país em 1915.
Também estou triste e horrorizada, pois não sabia que algo assim tão terrível também aconteceu com esse povo e gostaria de deixar aqui o meu carinho e solidariedade.
Que Deus os abençoe sempre mais, com paz e prosperidade e sintam-se em casa no Brasil. É o mínimo que posso dizer. 

Rosa


História do Genocídio - 26/12/02

Olá, gostaria primeiramente de dizer que até ontem, dia 25/12 não conhecia a história do massacre na Armenia em 1915. O conheci através do filme Mãe e Rua Paraíso que o canal Telecine Emotions passou ontem. Fiquei chocada tamanha a atrocidade do acontecimento. Não conseguia para de chorar porque aléém de mostrar um pouco da história, também mostra o amor daquela família longe da sua pátria mas com muita vontade de viver e criar seu filho.
Acho importante o filme, que como meio de comunicação e também de cultura e história, traz para o nosso conhecimento um fato tÐo marcante. Fiquei tão impressionada que fui procurar um site para me informar melhor sobre a história.
Fica aqui a minha sensibilidade e solidariedade aqueles que sofreram de forma tão brutal. Espero que neste novo século possamos desfrutar da Paz tão sonhada e merecida por todos nós.

Patricia Vasconcellos


Novo site armênio na internet - 14/11/02

Dois jovens armênios, publicaram na semana passada, o mais novo portal armênio na internet. O endereço é www.armeniosunidos.hpg.com.br. Este site dispõe de fotos e músicas da Armênia. Vale a pena conferir. Vasken Yeginerian e Eduardo Raffi Nigoghossian construíram-no.

Vasken, São Paulo


 

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